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<title>Spectrum</title>
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<copyright>Copyright (c) 2012, Spectrum</copyright>
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<title>&quot;I am appealing to you because I really do believe the kind of statement you made is profoundly dangerous.&quot;</title>
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<issued>2012-02-10T23:04:09Z</issued>
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<summary type="text/plain">Chris Hedges, jornalista norte-americano, escreveu um artigo sugestivamente intitulado &quot;Black Bloc: O Cancro no movimento Occupy&quot; no qual repete alguns dos argumentos contra a violência utilizados pelo João Labrincha e pela Raquel Freire e antes pelo Daniel Oliveira quando ainda...</summary>
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<![CDATA[<p>Chris Hedges, jornalista norte-americano, escreveu um artigo sugestivamente intitulado <a href="http://www.truthdig.com/report/item/the_cancer_of_occupy_20120206/">"Black Bloc: O Cancro no movimento Occupy"</a> no qual repete alguns dos argumentos contra a violência utilizados pelo <a href="http://5dias.net/author/jlabrincha/">João Labrincha</a> e pela <a href="http://5dias.net/author/raquelbrancofreire/">Raquel Freire</a> e antes pelo Daniel Oliveira quando ainda tinha alguma veleidade de interagir com os movimentos sociais. Argumentos e posturas que depois encontram eco ou reflectem outras mais difusas e anónimas que assumiram alguma expressão, por exemplo, no <a href="http://pt.indymedia.org/conteudo/destacada/5852">"senta, senta"</a>. David Graeber, um dos organizadores iniciais pré-17 de setembro do Occupy Wall Street, que desde logo defendeu uma perspectiva pacifista para a ocupação, escreve um outro artigo sob a forma de carta aberta, <a href="http://nplusonemag.com/concerning-the-violent-peace-police">"Relativamente à violenta polícia da paz"</a>, no qual desmonta várias das acusações de Hedges.</p>

<p>Nota: Os leitores mais antigos do Spectrum poderão reparar que desta vez todos os referenciados estão devidamente linkados como manda o código deontológico do blogger, de modo que não vejo razão pela qual não possam desta vez responder.   </p>

<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/9MrC8CMSa30" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
<b>We will always have São Bento</b></p>]]>

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<title>Petição Pelo Alargamento do Horário em que é Permitido Transportar Bicicletas no Metropolitano de Lisboa</title>
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<modified>2012-02-09T14:53:21Z</modified>
<issued>2012-02-09T14:25:32Z</issued>
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<summary type="text/plain">No outro dia fui almoçar à Baixa. Do Campo Pequeno à Baixa, o meio de transporte mais rápido é sem dúvida a bicicleta. O problema é a perspectiva do regresso e da subida, depois de uma almoçarada bem valente, da...</summary>
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<dc:subject>Saboteur</dc:subject>
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<![CDATA[<p>No outro dia fui almoçar à Baixa.</p>

<p>Do Campo Pequeno à Baixa, o meio de transporte mais rápido é sem dúvida a bicicleta. O problema é a perspectiva do regresso e da subida, depois de uma almoçarada bem valente, da Av. da Liberdade (para mim, uma das subidas mais duras em Lisboa, pela conjugação inclinação/comprimento mais o tráfego automóvel intenso e toda a poluição atmosférica e sonora associada a isso).</p>

<p>Nesta, como em tantas outras situações, torna-se claro que a complementaridade entre transportes públicos e bicicleta é uma peça chave de qualquer política de mobilidade moderna e sustentável na cidade.</p>

<p>Já nem vou falar do prometido, anunciado e celebrado por tantos, sistema de bicicletas de uso partilhado que - vergonhosamente - tem tardado tanto a chegar a Lisboa... Bastava pegar numa, descer as Avenidas e larga-la para alguém na Baixa poder ir almoçar a Santos... Bastava que o Metropolitano permitisse o transporte de bicicletas (nem que fosse apenas 2 por carruagem), fora das horas de ponta, como aliás acontece na generalidade dos metropolitanos das cidades europeias. </p>

<p>Podia ter subido até ao Marquês de Metro e, a partir daí, ter ido sem esforço para qualquer ponto desse planalto.</p>

<p><a href="http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N20059">Reivindicando esta pequena alteração no regulamento no Metro, sem custos e com amplos benefícios para a cidade, está disponível durante este mês de Fevereiro uma petição "Pelo alargamento do horário em que se pode transportar bicicletas no Metro".</a></p>

<p>No dia 1 de Março essa petição será entregue à Administração do Metropolitano.</p>

<p>Agradecia que até lá assinassem e divulgassem.</p>

<p><img Src="http://agentett.files.wordpress.com/2010/01/bicicleta.jpg"</p>]]>

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<title>E já não se quer voltar atrás</title>
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<modified>2012-02-09T14:18:10Z</modified>
<issued>2012-02-09T14:13:58Z</issued>
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<summary type="text/plain"> Cinco anos de abandono. Não um abandono involuntário, de quem se esquece, mas doloso, de quem vai recebendo notícias más e prefere fazer de conta que não ouviu. Um abandono de cinco anos, um luxo, se se tiver em...</summary>
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<dc:subject>Chuckie Egg</dc:subject>
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<![CDATA[<p><img alt="EsColA.jpg" src="http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/EsColA.jpg" width="509" height="720" /></p>

<p>Cinco anos de abandono. Não um abandono involuntário, de quem se esquece, mas doloso, de quem vai recebendo notícias más e prefere fazer de conta que não ouviu. Um abandono de cinco anos, um luxo, se se tiver em conta a sorte de quem sobrevive nas redondezas, escravos de empregos ridiculamente pagos, quando os há, ou de esquemas diários de sobrevivência. Gente descartável para a gestão da cidade, a quem se tirou cinemas, teatros, bailes, festas, vizinhos, últimos resquícios duma urbe em gentrificação que espera que morram e apodreçam. Deixaram o vazio. Das casas abandonadas, das vidas sem perspectivas, do entretenimento massificado pronto a consumir, da escola a convidar ao vandalismo.<br />
 <br />
Um mês depois de reactivada e aberta à comunidade que deveria servir, volta a ser fechada, com recurso a shotguns, elevadores, carros de bombeiros, uma junção, sem precedentes na zona, de quase todas as forças policiais e cordas para rappel. Para voltar ao abandono, mais triste ainda, por já se ter descoberto que, afinal, sim, é possível.<br />
 <br />
E houve quase um tremor de terra, pelo menos assim o sentiu quem o viveu, em que, espantados, reparámos que a população da zona já acreditava mais no que podia fazer ali do que no que, eventualmente, a autarquia não ia fazer. Com essa força, um colectivo autogerido, de base assembleária, a decidir por consenso, ganhou à Câmara, uma das mais prepotentes deste pantanal, a batalha pela posse dum espaço ocupado. Activistas, sim, mas também muitos moradores e gente solidária conseguiram discutir, definir estratégias, aprovar textos e actuações que culminaram com a devolução da Escola do Alto da Fontinha ao Es.Col.A.<br />
 <br />
E a D. Amélia faz o jantar-que-estes-meninos-não-têm-cuidado-com-o-comer, o Fábio organiza um ciclo de cinema, há quem vá ao Yoga, uns jogam basket, badminton, ténis de mesa, futebol, outros andam de bicicleta ou fazem escalada, ou crochet, ou cantam, e vêem filmes e constroem um ginásio, ou uma bicicleta, um computador, um instrumento musical, vêem o email, têm ajuda para os trabalhos de casa, há roupa grátis e há café, capoeira, … e, se não houver o que quiseres, tu fazes.<br />
 <br />
Nunca aqui houve lei. Nem no despejo, nem na reocupação, nem no re-despejo. Não interessa. Estão a mais? Shotguns! Temos que os deixar voltar? <a href="http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/6640">Assina-se uma cena e nem se cumpre</a>. Voltam a estar a mais? Diz nos jornais que até somos amigos e prorrogamos um prazo que nunca existiu.<br />
 <br />
Nunca aqui houve boa fé. Houve o recuo do derrotado, a espera, o contra-ataque que se quer definitivo. E que o seria, numa terra onde o inevitável fosse a lei. Mas, ali, há muito que se ultrapassou a barreira do possível. E já não se quer voltar atrás.</p>

<p>http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/6642</p>

<p>http://escoladafontinha.blogspot.com/</p>]]>

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<title>Terreiro do povo - Manifestação Nacional - Sábado</title>
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<modified>2012-02-08T15:14:10Z</modified>
<issued>2012-02-08T15:09:43Z</issued>
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<summary type="text/plain"> Porque todas as iniciativas são poucas para defender os nossos direitos. A um governo que nos chama de &quot;piegas&quot; e que nos diz que temos que aceitar sofrer ou emigrar, respondemos na rua. Respondemos que ficaremos, para lutar! Está...</summary>
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<dc:subject>POKE</dc:subject>
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<![CDATA[<p><img alt="manifcgtp.jpg" src="http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/manifcgtp.jpg" width="457" height="609" /></p>

<p>Porque todas as iniciativas são poucas para defender os nossos direitos.</p>

<p><a href="http://www.facebook.com/events/359107837441650/">A um governo que nos chama de "piegas" e que nos diz que temos que aceitar sofrer ou emigrar, respondemos na rua. Respondemos que ficaremos, para lutar! Está na hora de mudar pelo direito ao trabalho com direitos, contra a privatização de direitos fundamentais e de sectores estratégicos e contra uma dívida que nos suga a vida.<br />
A Plataforma 15 de Outubro apoia todas as manifestações, pequenas e grandes, de contestação às medidas de austeridade que se impõem com força bruta sobre o povo que vive do seu trabalho, como a manifestação convocada pela CGTP, a realizar-se no dia 11 de Fevereiro.</p>

<p><u><strong>Ponto de encontro: Restauradores - Palácio da Foz/Elevador da Glória às 14h30</strong></u>.</p>

<p>www.15deoutubro.net</a></p>]]>

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<title>Comunicação Social: 2 pesos e 2 medidas, como sempre</title>
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<modified>2012-02-08T15:40:47Z</modified>
<issued>2012-02-08T14:29:03Z</issued>
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<created>2012-02-08T14:29:03Z</created>
<summary type="text/plain">Quando em Sacavém um grupo de trabalhadores mais aguerrido (nunca percebi bem como foi a história), desligou os fornos da fábrica da loiça no âmbito de um contexto de luta, a acção foi duramente criticada por todos. Pelo Governo, pela...</summary>
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<dc:subject>Saboteur</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Quando em Sacavém um grupo de trabalhadores mais aguerrido (nunca percebi bem como foi a história), desligou os fornos da fábrica da loiça no âmbito de um contexto de luta, a acção foi duramente criticada por todos. Pelo Governo, pela comunicação social, pela Administração da empresa, por trabalhadores, pela população... Ainda hoje é possível ouvir histórias sobre esse episódio.</p>

<p><img src="http://www.abola.pt/img/fotos/mundos/lisboa/Valadares/manif3.jpg"></p>

<p>Parece que os fornos da industria cerâmica, uma vez arrefecidos, demoram eternidades a voltar a laborar, com despendidos de energia que ultrapassam em muito os custos de quando estão a funcionar normalmente.</p>

<p>Assim,<a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2291538"> esta história da Administração da Valadares ter desligado os fornos, tresanda a lockout por todos os lados,</a> numa atitude claramente ilegal de quem sente as costas bem quentes por parte das autoridades.</p>

<p>Governo, Inspecção do Trabalho, Tribunais, Polícia... ninguém acode a estes trabalhadores que pedem tão somente os salários em atraso... </p>

<p>Nem a Comunicação Social lhes acode. O tom pseudo equidistante, entre trabalhadores a quem não lhes foi pago o salário devido e a Administração que pede sempre mais um esforço em troca de um futuro salário que nunca vem e que agora desliga os fornos; a equidistância entre os burlados e os burlões, é já por si lamentável... mas quando comparamos ao alarido que é feito sempre que algum trabalhador "se excede" no calor da luta, e a forma como se noticia o lockout da Valadares, como se fosse uma coisa banal, vemos bem quanta falta faz um órgão de comunicação social de massas que - já não digo que seja de esquerda - seja minimamente sério.   </p>]]>

</content>
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<title>Pinheirinho no RDA</title>
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<modified>2012-02-07T20:31:22Z</modified>
<issued>2012-02-07T20:24:25Z</issued>
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<created>2012-02-07T20:24:25Z</created>
<summary type="text/plain">Amanhã no RDA às 20h, filme e conversa, com um ganda jantar também. No passado dia 22 de Janeiro, Domingo, a comunidade do Pinheirinho (S.Paulo-Brasil), composta por cerca de 9000 pessoas, foi invadida por efectivos do Comando da Polícia Militar,...</summary>
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<![CDATA[<p>Amanhã no RDA às 20h, filme e conversa, com um ganda jantar também.</p>

<p><img alt="pinheirinho.png" src="http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/pinheirinho.png" width="560"/></p>

<p><br />
<i>No passado dia 22 de Janeiro, Domingo, a comunidade do Pinheirinho (S.Paulo-Brasil), composta por cerca de 9000 pessoas, foi invadida por efectivos do Comando da Polícia Militar, com o objectivo de os retirar da propriedade que habitam há mais de 8 anos. Apesar dos sinais de intenção dados pelos governos federal e estadual no sentido da sua legalização e da suspensão da reintegração decretada pelo Tribunal Regional Federal, os poderes locais (quer a nível executivo, quer a nível judicial) autorizaram o despejo da comunidade.</p>

<p>A operação ficou marcada por uma violência desmedida, com várias dezenas de detidos e feridos (alguns dos quais graves). Sem qualquer aviso prévio, cerca de cerca de 1,8 mil homens da polícia, auxiliados por 2 helicópteros, usaram gás lacrimogéneo, gás pimenta, cassetetes e até armas de fogo contra os moradores que resistiam.</p>

<p>Activa há cerca de uma década, a comunidade do Pinheirinho foi construída pelos próprios habitantes, pessoas sem tecto que, graças ao seu esforço e à solidariedade de outros tantos, edificaram casas, ruas, praças. A sua área é propriedade da Select S/A, do especulador financeiro Naji Nahas. Antes de ser ocupada, estava abandonada há mais de trinta anos.</i></p>

<p>E sem esquecer a ganda cicloficina também.</p>]]>

</content>
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<title>Plenário de Desempregados</title>
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<modified>2012-02-07T20:24:03Z</modified>
<issued>2012-02-07T20:14:17Z</issued>
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<created>2012-02-07T20:14:17Z</created>
<summary type="text/plain">Só pa depois não dizerem que o people do spectrum é sectário e coiso: Via Indymedia &quot;Os números são dramáticos e não é preciso nenhuma notícia, declaração ou desabafo ornamental, para se perceber isso. Quem ande na rua sem ser...</summary>
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<dc:subject>Party Program</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Só pa depois não dizerem que o people do spectrum é sectário e coiso:</p>

<p>Via <a href="http://pt.indymedia.org/conteudo/destacada/6631">Indymedia</a></p>

<p><img alt="404803_273924976003704_100001586121646_755400_7926877_n.jpeg" src="http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/404803_273924976003704_100001586121646_755400_7926877_n.jpeg" width="560"></p>

<p></p>

<p>"Os números são dramáticos e não é preciso nenhuma notícia, declaração ou desabafo ornamental, para se perceber isso. Quem ande na rua sem ser com os olhos no chão, quem esteja atento à vida dos seus amigos, familiares e colegas de profissão, tem perfeita noção que o degredo que nos estão a impor está em toda a parte e mesmo quem ainda conserva o seu emprego sabe que ao mínimo percalço tem a serventia da casa à espreita.</p>

<p>A nossa força de trabalho, mesmo parada, é um factor determinante no processo de produção, sobretudo por representar um exército de reserva de mão-de-obra, cada vez mais qualificada, que à medida que a austeridade avança vai garantindo a maximização dos lucros que a crise tem proporcionado aos patrões.</p>

<p>Um grupo de desempregados em luta, escreveu uma carta aberta na passada greve geral, e agora prepara-se, à imagem de outros países, para passar das palavras aos actos: “Na Argentina, em França ou no Brasil, quem está nesta circunstância já deu passos em frente que nós teremos que aprender a dar. No Egipto, no Estado Espanhol ou nos EUA têm sido indispensáveis nos movimentos que estão a mudar a relação de força dos 99%. Há que ser capaz de forjar as nossas organizações, as nossas iniciativas, os nossos sindicatos. Há que ser capaz de interferir na agenda, incomodar a troika e derrotar as intenções da absoluta minoria que nos quer reduzir a mercadoria. Não devemos continuar escondidos atrás de estatísticas, do medo, da vergonha ou da desmoralização própria de quem vê a sua vida privada de vida.”</p>

<p>Mudar o destino e transformar a desistência em resistência é uma tarefa difícil para todos, mas é um desafio redobrado para os desempregados. A sua sujeição à vergonha, a dimensão depressiva do seu quotidiano, a pressão para ficar longe da actividade política e a ausência de uma organização que os represente, são parte da razão que os mantém em silêncio por mais vontade que tenham de gritar.</p>

<p>Querem roubar-nos a vida mas este é o tempo de passarmos a existir.</p>

<p>Adere, divulga e participa!</p>

<p>http://pt.indymedia.org/conteudo/agenda/6598<br />
https://www.facebook.com/events/349869798364580/</p>

<p>Acrescento do Colectivo Editorial do CMI-pt à notícia destacada:</p>

<p>01/03/2012 - 19:00 - PLENÁRIO DE DESEMPREGADOS</p>

<p>Sede da UMAR, Rua da Cozinha Económica, Bloco D</p>

<p>A taxa de desemprego em Portugal agravou-se em Dezembro para 13,6%. O trabalho é um direito e está na hora de os desempregados procurarem uma resposta colectiva à sua condição social. Divulguem!"<br />
</p>]]>

</content>
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<title>A propósito de relativismo… e civilizações.</title>
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<modified>2012-02-07T18:21:14Z</modified>
<issued>2012-02-07T18:08:38Z</issued>
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<created>2012-02-07T18:08:38Z</created>
<summary type="text/plain">Há um problema na tradução das declarações de Claude Guéant (Ministro de Sarkozy)no Publico de hoje. Não seria muito grave se essa tradução não eufemizasse o sentido e as intenções do mesmo. Enquanto que Claude Guéant diz « Toutes les...</summary>
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<![CDATA[<p>Há um problema na tradução das declarações de Claude Guéant (Ministro de Sarkozy)<a href="http://www.publico.pt/Mundo/governo-frances-abandona-parlamento-apos-referencia-ao-nazismo-em-critica-a-ministro-1532669"><b>no  Publico de hoje. </b></a> Não seria muito grave se essa tradução não eufemizasse o sentido e as intenções do mesmo. Enquanto que Claude Guéant diz « Toutes les civilisations ne se valent pas », o Publico traduz “nem todas as civilizações são equivalentes”. Enquanto que a segunda faz apenas referência a uma hierarquia de civilizações de maneira abstracta, a primeira faz alusão a um sistema de valores “justos” existentes em certas civilizações e inexistentes noutras. As declarações de Guéant são mais graves do que isto, incluem “nous devons proteger notre civilization”. A oposição francesa diz em uníssono que estas declarações servem a campanha eleitoral, nomeadamente para “roubar” votos ao FN. Outros sublinham o perigo de trazer termos como “civilização” para praça pública.<a href="http://blog.mondediplo.net/2012-02-06-Une-mission-sacree-de-civilisation"><b> Alain Gresh aqui </b></a> lembra que a “ideia de civilização está na base do argumentário de muitas das políticas coloniais ao longo da História.    </p>

<p>Aqui em baixo, um texto para francófilos (não fossemos nós elitistas). é uma carta aberta (“très puissante”) de André Breton escrita em 1925 (inícios do surrealismo) a Paul Claudel. Dois aspectos estão no hors-champ deste texto: um Político e outro Literário. O primeiro contra a guerra do Rif em Marrocos, o segundo contra os escritores “estadistas”, imagem incorporada com sucesso por Paul Claudel. Esta carta poderia ter sido escrita hoje a Guéant. </p>]]>
<![CDATA[<p>&#8232;&#8232;"Nous souhaitons de toutes nos forces que les révolutions, les guerres et les insurrections coloniales viennent anéantir cette civilisation occidentale dont vous défendez jusqu’en Orient la vermine et nous appelons cette destruction comme l’état de choses le moins inacceptable pour l’esprit. (...) Nous saisissons cette occasion pour nous désolidariser publiquement de tout ce qui est français, en paroles et en actions. Nous déclarons trouver la trahison et tout ce qui, d’une façon ou d’une autre, peut nuire à la sûreté de l’Etat beaucoup plus conciliable avec la poésie que la vente de « grosses quantités de lard » pour le compte d’une nation de porcs et de chiens. C’est une singulière méconnaissance des facultés propres et des possibilités de l’esprit qui fait périodiquement rechercher leur salut à des goujats de votre espèce dans une tradition catholique ou gréco-romaine. Le salut pour nous n’est nulle part. Nous tenons Rimbaud pour un homme qui a désespéré de son salut et dont l’oeuvre et la vie sont de purs témoignages de perdition. Catholicisme, classicisme gréco-romain, nous vous abandonnons à vos bondieuseries infâmes. Qu’elles vous profitent de toutes manières ; engraissez encore, crevez sous l’admiration et le respect de vos concitoyens. Écrivez, priez et bavez ; nous réclamons le déshonneur de vous avoir traité une fois pour toutes de cuistre et de canaille."&#8232;&#8232;<br />
Paris, le 1er juillet 1925.&#8232;&#8232;André Breton, Lettre ouverte à M. Paul Claudel Ambassadeur de France au Japon </p>]]>
</content>
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<title>Basta fazer as contas....</title>
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<created>2012-02-07T00:37:08Z</created>
<summary type="text/plain">Um jornalista perguntou a Pedro Passos Coelho de que valor estávamos a falar quando falávamos em fazer ou não feriado no Carnaval. Passos Coelho responde &quot;basta dividir o PIB pelo número de dias de trabalho para obter esse valor&quot;. Será...</summary>
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<dc:subject>Saboteur</dc:subject>
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<![CDATA[<p>Um jornalista perguntou a Pedro Passos Coelho de que valor estávamos a falar quando falávamos em fazer ou não feriado no Carnaval.</p>

<p>Passos Coelho responde <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=2287559"><b>"basta dividir o PIB pelo número de dias de trabalho para obter esse valor". </b></a></p>

<p>Será que o Primeiro-Ministro acredita mesmo que se podem fazer as contas assim? </p>

<p>Talvez... Afinal toda a teoria do económica do Governo, a começar pelo ministro das finanças e a acabar pelo pseudo-guru das "Ideias para Portugal", que tem a pasta da economia, tem muito pouca aderência à realidade e está relacionada com modelos simples em que se demonstra que quando se baixa o salário mínimo aumenta automaticamente a oferta de emprego. Porque não havia Passos Coelho acreditar que o custo de um feriado é igual ao PIB sobre número de dias trabalhados?</p>

<p><img src="http://wehavekaosinthegarden.files.wordpress.com/2012/01/passos-coelho-vitor-gaspar-miguel-relvas-alvaro-santos-pereira-boys-will-be-boys.jpg?w=655 width="480""</p>

<p>Quase tão mau quanto isso é a comunicação social que temos. </p>

<p>Como é que algum jornalista digno desse nome deixa passar uma declaração destas sem tugir nem mugir? Lembram-se de Guterres que foi desafiado em directo a dizer quanto é que era 6% do PIB e como foi gozado para sempre e massacrado pelos opinion makers por nem saber de cor o valor do PIB de cor?</p>

<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/7u1xehky7UE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>]]>

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<title>Poesia de rua parisiense (“intramuros”)</title>
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<summary type="text/plain"></summary>
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<![CDATA[<p><img alt="335663_10150549683493425_536203424_8869947_1676752032_o.jpg" src="http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/335663_10150549683493425_536203424_8869947_1676752032_o.jpg" width="382" height="409" /><br />
</p>]]>

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<title>A essencialização do “Outro” é isto...  onde o “outro”, “estrangeiro” é o transmontano que prefere viver em bidonvilles por factores psicológicos</title>
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<modified>2012-02-06T14:07:00Z</modified>
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<summary type="text/plain"> (CNPF)...</summary>
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<![CDATA[<p><img alt="Capture d’écran 2012-02-06 à 14.54.59.png" src="http://spectrum.weblog.com.pt/arquivo/Capture%20d%92%E9cran%202012-02-06%20%E0%2014.54.59.png" width="443" height="130" /><br />
(CNPF)</p>]]>

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<title>Impasse transmontano num documentário</title>
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<summary type="text/plain"> Anseio Lisboa como penso Damasco e descubro ainda Trás-os-Montes, terra materna. Desde o &quot;Veredas&quot; (Joao César Monteiro,1977) que não entrava em convulsão com um missa transmitida num écran. No entanto, ao contrário de &quot;Veredas&quot;, compreendemos que o padre da...</summary>
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<![CDATA[<p><img src="http://www.carre-amelot.net/escalesdocumentaires/tevescales/wp-content/uploads/2011/11/comp-laVieAuLoin.jpg"></p>

<p>Anseio Lisboa como penso Damasco e descubro ainda Trás-os-Montes, terra materna. Desde o "Veredas" (Joao César Monteiro,1977) que não entrava em convulsão com um missa transmitida num écran. No entanto, ao contrário de "Veredas", compreendemos que o padre da « La vie au loin » (Marc Weymuller, 2011) enveredou  pela carreira eclesiástica para possuir um dia o rádio a pilhas com o qual o padre da sua infância fazia um brilharete. «Que assim se veja a força da igreja » onde se « respeita mais a morte do que a vida » (excertos do Veredas), e onde se canta à Nossa Senhora para que esta “abençoe os emigrantes, que da nossa terra são tantos” (excerto de “La Vie au Loin”).  <br />
« La vie au loin » é mais do que isso, é um retrato de uma região isolada onde neva como em Paris, onde a faina se faz ao ritmo da época romana. Veem-se instrumentos agrícolas desprovidos de motores, manobrados pelo homem graças à musculatura dos animais.<br />
Cruzam-se personagens que passaram por Angola, Brasil ou França e que voltaram um dia de nevoeiro à terra fria. Escreve-se poemas ao som de uma maquina de escrever comprada com muito esforço a 20 contos no Porto. Entra-se em catarse com a dor da morte de um pai, “oh meu pai, junta-te à minha mãe que já lá está”. Gritos de dor necessários, já tão pouco aceites em sociedades autocensuradas. Que se grite histericamente... vozes femininas de desespero, tal como um ritual fúnebre no sul da Tunísia. <br />
“La vie au loin” é um retrato de Portugal do interior, onde ainda se contam histórias de bruxas, vive-se de histórias de casamentos com o pastor do povo e sofre-se de solidão.  <br />
A televisão analógica não pareceu fazer parte da paisagem, quanto mais a digital. Mas engane-se aquele que pensa que não se sonha no futuro em terras isoladas do pos-materialismo, com modos de vida ancestrais. Derretemo-nos em frente do filme “La vie au loin” não porque se colocam perguntas existenciais... mas sim essenciais.        <br />
Giacometti conseguiu gravar e reabrir uma caixa de pandora de cânticos quase desaparecidos. Não que seja uma revivalista de um mundo perdido, mas faz sentido compreender as condições de vida presentes daqueles que vivem (mesmo que seja) num longínquo lugar. “La vie au loin” acabou de ser realizado, é um produto da modernidade.             </p>]]>

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<title>Impasse Sírio num desabafo</title>
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<modified>2012-02-05T23:06:33Z</modified>
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<summary type="text/plain">Damasco, essas pessoas … esses piqueniques à beira da estrada nas quintas feiras anoitecidas e arrefecidas dos 48° graus de um dia de verão. Por aqueles que lá deixei, talvez pela proximidade e afinidade platónica, teimo em preocupar-me com o...</summary>
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<![CDATA[<p>Damasco, essas pessoas … esses piqueniques à beira da estrada nas quintas feiras anoitecidas e arrefecidas dos 48° graus de um dia de verão. Por aqueles que lá deixei, talvez pela proximidade e afinidade platónica, teimo em preocupar-me com o destino de todo um povo, de uma região inteira. Anseio Lisboa como penso em Damasco. Traço por isso cenários, num sincretismo tão real como surreal, forjando uma visão onde um povo é reduzido a uma análise binária da política. Veem-se dois eixos no fim do túnel: por um lado Riade – Damasco – Cairo ; e por outro, Teerão – Damasco – Beirute (Hezbolah). Seria de um conformismo primário, aproximando-me do contrarrevolucionário, dizer que gostaria que tudo ficasse na mesma. Contudo é impossível não nos enrodilharmos nos pros e contras de saída de crise Síria. Falei (num dos posts em baixo) nos erros que foram cometidos no Iraque no pós ingerência americana… desagradável é então pensar que podemos ter um panorama com mecanismos de desorganização social idênticos na Síria. Desde a criação do Estado de Israel em 48 que o Sionismo visa a desintegração do Médio Oriente em províncias étnica ou religiosamente homogéneas. Hoje o sionismo tem mais parceiros, não fosse a máxima das potências imperialistas « dividir para melhor reinar ». No Iraque conhecem-se também as consequências dessa desintegração, uma dissolução do exército nacional que resultou na edificação de milícias armadas dispersas. Durante estes últimos dias, da Síria chegam-nos informações descosidas, contraditórias, sobretudo quando temos em conta toda a panóplia de informações veiculadas não só pelos médias oficiais mas também pelos médias alternativos. Testemunhos de tortura relatados nos canais mainstream (entre os quais Al-jazeera) e testemunhos opostos que passam pelas vias informais. O Massacre de Homs não foi um massacre de Estado, foi perpetrado por grupos armados (corre o rumor) pagos pelo Qatar para influenciar o voto do Conselho de Segurança na ONU. Respirámos fundo quando a Rússia e a China opuseram o seu veto. Serviu para obstar pelo menos a curto termo a defesa “institucional legitima” de uma das partes daquilo que mais parece hoje uma guerra civil (reitero sobre isto as minhas duvidas). Ghannouchi, o primeiro ministro tunisino do Enahada (corrente da irmandade muçulmana) torna-se igualmente o bom estudante dos países do Golfo, nomeadamente quando decidiu expulsar o embaixador sírio do país. Penso esquizofrenicamente que a Síria está em maus lençóis, seja qual for a saída. Quanto ao povo sírio parece que já não é uma questão de oposição política, mas sim de resistência para existir independente. <br />
</p>]]>

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<title>Fevereiro no RDA69</title>
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<dc:subject>Party Program</dc:subject>
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<title>Em Madrid faz bom tempo, em Lisboa mais vinte por cento</title>
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<dc:subject>Chuckie Egg</dc:subject>
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<![CDATA[<p><object width="420" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/v5U4KRO_lls?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/v5U4KRO_lls?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>]]>

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