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abril 30, 2008
"é um bocadinho Ípsilon, não é?"
"Sabem que me escondo na Bellevue
Ninguém comparece ao meu rendez-vous
Porta atrás porta pelo corredor
O foco de luz no ultimo estertor
No espelho um esgar, um sorriso cruel
Atrás da ultima porta a cama de dossel
Salto para cima experimento o colchão
Onde era sangue é só solidão
Os meus amigos enterrados no jardim
E agora mais ninguém confia em mim
Era só para brincar ao cinema negro
Os corpos no lago eram de gente no desemprego"


Publicado por [Chuckie Egg] às abril 30, 2008 10:25 AM
Comentários
"Vai fazer um concerto no ciclo Música e Revolução, na Casa da Música. Por que é que lhe chamou Mayday?
Partiu de um filmezito daqueles mal traduzidos que eu estava a ver. “Mayday” é o S.O.S. na aviação. Nesse filme de guerra, um avião caía e o piloto estava a falar com terra: “Mayday, Mayday”... E o tradutor, na sua ignorância, traduziu “1º de Maio. 1º de Maio”. Achei fantástico. Ainda se fosse “13 de Maio”…"
Caríssimo, já tinha feito um post com essa letra. Abre a pestana.
Publicado por [Rick Dangerous] às abril 30, 2008 11:19 AM
(quase) toda a entrevista é boa, tive dificuldade em escolher a citação, optei pela mais curta e deixar o resto à descoberta.
quanto à letra, de todos os que a postaram, foste o que menos a compreendeu ;) põe o filme a sacar se ainda não o viste
saudações
Publicado por [ce] às abril 30, 2008 11:33 AM
