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fevereiro 12, 2007
Totó

João Pereira Coutinho é tão presunçoso que fez uma entrevista a si mesmo.
O ridículo não fica por aqui (há muito de ridículo no "conteúdo" do sapiente abstencionista com dor-de-corno da pensão de alimentos).
Mas o cúmulo dos cúmulos é que ele se trata a si mesmo por "você".
Vejam aqui.
Publicado por [Joystick] às fevereiro 12, 2007 05:15 PM
Comentários
«A pergunta foi propositadamente feita para enxotar os machos do debate. A decisão é da mulher, não do pai. Imagina que a minha companheira não desejava a criança, e eu sim. Qual seria o peso da minha vontade? Obviamente, nenhum.»
Fico sem perceber se João Pereira Coutinho queria obrigar a companheira a ter um filho, mesmo que ela não quisésse (tipo: em caso de empate deveria ser o Homem a decidir), ou se está a dizer que genéricamente, ao contrário dos outros homens, nunca há-de ter peso num debate desse tipo, porque não existe no mundo nenhuma mulher capaz de ter consideração por ele suficiente para o envolver no debate.
Publicado por [Saboteur] às fevereiro 12, 2007 05:40 PM
Sábia a mulher para a qual a vontade de um totó não tem peso nenhum.
Publicado por [Anónimo] às fevereiro 12, 2007 05:46 PM
A/O Saboteur quase meteu a mão na ferida. Só não o conseguiu porque o Coutinho é muito experiente e consegue sexo com relativa facilidade. Na verdade, ele força-as um bocadinho mas não há perigo de engravidarem, pois as bonecas insufláveis não têm útero.
Gostei, contudo, do artigo; pelo menos até à parte do: "Olá, João".
Publicado por [Francis] às fevereiro 12, 2007 07:12 PM
Vocês criticam, criticam mas gostam muito dele. Isto é tudo a mesma laia. Esquerda chique, direita chique...
Publicado por [Anónimo] às fevereiro 14, 2007 04:00 PM
Eu posso ser da esquerda chique, mas esse filho da puta é mesmo um fascista de merda...
Tu és, com certeza, da esquerda que não é chique. És da esquerda rude-do-campo... Ou serás simplesmente totó?
Publicado por [Anónimo] às fevereiro 14, 2007 05:33 PM
Defesa de honra: se eu fosse obrigada a entrevistar-me - não me passaria pela cabeça fazê-lo como exercício retórico voluntário - tratar-me-ia por TU, logo eu não sou da laia do JPC (olha, isto parece um anagrama da organização juvenil da esquerda rude-do-campo! Sabem aquela da resistência dos comunistas a um ataque nuclear? Era a versão esquerda-rude-do-campo-barata).
Publicado por [Joystick] às fevereiro 15, 2007 03:32 PM
