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novembro 27, 2006

Morrer sim, mas devagar

É falso que as lutas sociais em Portugal sofram uma crise irrecuperável. A avaliar pela manifestação de Sábado da CGTP, as possibilidades de luta dos reformados são maiores do que nunca. Agora era bom que os sindicatos começassem a mobilizar trabalhadores no activo.

Publicado por [Rick Dangerous] às novembro 27, 2006 02:42 PM

Comentários

E tu seu bardamerdas? Que tens feito no dia-a-dia para trazeres jovens trabalhadores para a luta sindical? Deixa de bater punhetas neste blog pseudo-intelectual e faz alguma coisa de (revolucionariamente) útil! Se é que ainda vales alguma coisa para a luta seu filho de puta!

Publicado por [FMR] às novembro 27, 2006 04:18 PM

Têm a razão pelo seu lado...mas não têm força reivindicativa!

Publicado por [mfc] às novembro 27, 2006 04:38 PM

Visão de quem 'valeu alguma coisa para a luta': "Na realidade, as denúncias [trade-unionistas/sindicais] diziam unicamente respeito às relações dos operários de uma dada profissão com os seus respectivos patrões, e não tinham outro resultado do que o de ensinar aqueles que vendiam a sua força de trabalho a vender mais vantajosamente esta 'mercadoria' e a lutar contra os compradores no terreno de uma transacção puramente comercial. Estas denúncias podiam converter-se em ponto de partida e elemento integrante da actividade social-democrata; mas também podiam conduzir à luta 'exclusivamente sindical' e a um movimento operário não social-democrata. A social-democracia dirige a luta da classe operária não só para obter condições vantajosas de venda de força de trabalho mas para que seja destruído o regime social que obriga os não possuidores a venderem-se aos ricos." [V.I. Lenine]

Publicado por [Joystick] às novembro 27, 2006 05:11 PM

Visão de quem 'valeu alguma coisa para a luta': "Na realidade, as denúncias [trade-unionistas/sindicais] diziam unicamente respeito às relações dos operários de uma dada profissão com os seus respectivos patrões, e não tinham outro resultado do que o de ensinar aqueles que vendiam a sua força de trabalho a vender mais vantajosamente esta 'mercadoria' e a lutar contra os compradores no terreno de uma transacção puramente comercial. Estas denúncias podiam converter-se em ponto de partida e elemento integrante da actividade social-democrata; mas também podiam conduzir à luta 'exclusivamente sindical' e a um movimento operário não social-democrata. A social-democracia dirige a luta da classe operária não só para obter condições vantajosas de venda de força de trabalho mas para que seja destruído o regime social que obriga os não possuidores a venderem-se aos ricos." [V.I. Lenine]

Publicado por [Joystick] às novembro 27, 2006 05:12 PM

http://www.altercom.org/article144162.html

Publicado por [Tiago] às novembro 27, 2006 08:51 PM

Chamar filho da puta a um comunista que discorda com o rumo que a luta tem vindo a tomar (nas últimas decadas?). Excelente! Vamos longe com gajos como o FMR

Publicado por [Saboteur] às novembro 28, 2006 10:05 AM

Amem-me em vida, esqueçam-me em morto. Triste história triste a dos tristes tugas tristes. Bom dia.

Publicado por [josefa pacheca pereira] às novembro 28, 2006 11:45 AM

Seus bando de portugueses burros!!! Vão ver o que seus pais tão fazendo agora, seus bandos de filhas da puta!!!

Publicado por [Brasileiro] às outubro 1, 2008 11:13 PM

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